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domingo, 24 de julho de 2011

he can only hold her for so long

Pedi pra Amy lançar logo o terceiro disco, mas não deu tempo... =[



Talvez seja exatamente essa guerra psicológica e conseguir expressá-la alguma forma faz com que essas personalidades tão intensas conquistem tantos seguidores que compartilham desses mesmos sentimentos.
Sim, muita gente já falou, mas ela deu voz a muito do que eu sinto também, então sou mais uma a lamentar...





"He can only hold her for so long
The lights are on but no one's home
She is so vacant
Her soul is taken
He thinks 'what's she running from'
Now how can he have her heart
When it got stole
So he tries to pacify her
'Cuz what's inside her never dies"

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

i told you i was trouble, you know that i'm no good

A entrada do Summer Soul Festival foi tranquila, sem filas, os show foram bem pontuais e as trocas de palco bem rápidas. A única reclamação foi que compramos fichas e quando fomos trocá-las por refrigerante no final do evento, havia acabado tudo. E a fila no caixa pra trocar novamente por dinheiro estava enorme e nós estavamos mortas de cansaço. Acabei perdendo 5 reais.
A maior surpresa do sábado foi certamente o dia ensolarado e a noite de lua crescente, acreditem, sem chuvas. \o/

Mayer entrou no palco todo lindinho, gingandinho, as músicas deles são ótimas, ele é muito simpatico. Interagiu bastante. Ele é muito encantador, quero casar com ele (i think i just fell in love with a geek star), hahaha. Ele contou uma história (sei lá se é verdadeira, hehe) de que foi abordado por um policial no aeroporto pedindo seu autógrafo. Ele ficou feliz por ter sido reconhecido e prontamente deu. Então o policial disse "Thank you! I love you, SpiderMan. You are Tobey Maguire, right?" Hahaha, tadico.


Janelle canta horrores, igualzinho ao cd. Ela usou toda a potencia daquelas caixas de som e a voz dela ecoava linda e alta pra marginal inteira. A movimentação no palco é um pouco curiosa. Sabe o clipe que postei? É tipo aquilo, ficam umas outras pessoas dançando de jeitos engraçados e umas roupas, haha, sei lá. Ela bateu tanto cabelo que no fim desmanchou o topetão. Estribuchou no chão, jogou água no povo e nela mesma e saiu whipping her hair back and forth.

Amy... Ah, Amy... Quando o carinha gritou o nome dela pra ela entrar, juro que não acreditei. Todo mundo pareceu crescer uns 10cm e mesmo eu estando perto da grade e num ponto em que havia conseguido ver os outros cantores com facilidade, não via nada. Eu falei 'Ela entrou? Não tô vendo?' E a bee na minha frente respondeu 'Entrou'. Eu perguntei 'Que roupa ela tá usando??' e ele 'Uma saia preta e uma parte de cima branca!', hahaha...
Fiquei me espichando também e no fim consegui vê-la. Tão pequena. 
No começo parecia cantar meio tímida mas ao longo do show foi cantando cada vez mais alto. E ela é tão subversiva que subverte as próprias musicas e fala as frases do jeito que tem vontade e se não tiver, nem fala. O povo cantava tão alto que as vezes não ouviamos a voz dela. Mas quando ela se empolgava, dava pra ver que o cerebro talvez tenha sido afetado pela vida junkie, mas não a sua voz. E mesmo as pessoas acusando sua interpretação de ausente, ela parecia uma mocinha cheia de sentimentos doloridos sendo expostos a tanta gente, como se tivessem lendo seu diário ali em cima, talvez encabulada. Como se o único jeito de juntar coragem pra dizer tudo aquilo fosse não encarar os ouvintes no olhos. Às vezes ela sorria com a reação do público, fazia uns passinhos desengonçados, tomava qualquer coisa naquela caneca. Perguntou o que estavamos achando daquela apresentação dela e da banda. O povo que não fala inglês não entendeu bem o que ela queria dizer. Então ela disse 'vou lhes dar mais uma chance' e o povo percebeu que a única coisa que precisava fazer era gritar e ela sorriu de novo.
Ela cantou mais de uma hora daquele jeito Amy de ser, nem dava pra acreditar que era ela mesmo ali cantando aquelas músicas que eu ouvi milhares de vezes. Depois saiu. Voltou pro bis e cantou mais 2 músicas. Tive a impressão de que desde o primeiro show em Floripa, Amy foi se lembrando porque se tornou cantora e do gosto que sente em fazer isso.
Acho graça na ingenuidade de quem esperava um espetaculo a lá Beyonce. Eu fiquei satisfeita. Reconhecendo suas dificuldades e imperfeições, como ser humano e 'fora de forma', até mesmo o seu estilo músical, com suas letras melancolicas, desesperadas e decadentes, Amy fez o que veio fazer. Aquela é Amy Winehouse. O problema são os que insistem em esperar dela aquilo que ela não é.



Concordo muito com o que disse Ricota Não Derrete e Glamurama sobre os shows.
Que me perdoem os 'críticos', mas eu, como fã, gostei de vê-la. Fico muito feliz de ter tido essa oportunidade e me arrependeria se não tivesse ido.



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

SMH está ouvindo Triplo

Amanhã, sábado dia 15, chega a São Paulo o Summer Soul Festival e com ele o último show de Mayer Hawthorne, Janelle Monáe e Amy Winehouse no Brasil. Nenhuma novidade, né? Todo mundo comentando sobre isso a semana toda já que os 3 já passaram por Floripa, Rio e Recife. Mas como a minha vez de vê-los no palco ainda está por vir, pra aproveitar bem o show e entrar no clima, adivinha, estou ouvindo os álbuns deles!






A atração principal é sem dúvidas a Srta. Winehouse, que dispensa apresentações. Back to Black embalou meu 2007, Amy parecia ser minha melhor amiga e eu fiquei muito sua fã. É o segundo disco da sua carreira, mas o show não tem músicas de Frank, seu primeiro trabalho. 
Com tudo que andou aprontando nos últimos 3 anos, confesso que meu amor por ela ficou esquecido e, junto às enormes dúvidas de que ela realmente apareceria nos shows, eu quase desisti de vê-la. Mas vendo que ela conseguiu cantar nas outras apresentações, minha ficha caiu que me arrependeria se não tentasse ir e comprei ingresso de ultima hora. Vem, Amyzinha!
O povo está dizendo que se decepcionou com o show, mas a verdade é que ela nunca foi performática no palco e quem já viu apresentações dela sabe que não tem grandes firulas. Combinado ao fato dela não se apresentar há sei lá quanto tempo, só ela estar lá de pé e cantar umas 10 músicas já excede as expectativas, hehe...
A música mais famosa desse album é Rehab, claro. Ela nunca foi minha favorita e cansei de ouvir no rádio, então eu sempre pulo, ela nem está na minha pasta de músicas, hehe... As minhas preferidas são He Can Only Hold Her e Me and Mr.Jones.



Das que ganharam clipes, curto muito Tears Dry On Their Own.


Estou tentando manter os pés no chão e estar preparada pra tudo que pode acontecer sábado, mas, por favor, Amy, apareça e cante, só isso que eu peço, hehe... Bom, mas ainda bem que não vai depender só dela...






Janelle Monáe, deliciosa descoberta de 2010. Essa mocinha promete. Com certeza ainda iremos ouvir falar muito dela. É até uma sorte poder vê-la agora, porque mais pra frente ela será ainda mais requisitada. Se você nunca ouviu esse nome, assista ao clipe de Tightrope, é impossivel não querer sair dançando com a galerinha.


Ouça o cd, vale a pena! Pra não me alongar falando de outras músicas, vou postar só mais uma, a minha favorita, Locked Inside.








Nunca tinha ouvido falar nesse mocinho com cara de nerd, então fui atrás de ouvir o som dele. E não é que é muito gostosinho também? Já na primeira 'ouvida', fui com a cara dele, sei que continuarei ouvindo no futuro. Estou encantadinha, olha que fofuxo o clipe de Just Ain't Gonna Work Out.


E o coloridinho e dançante Your Easy Lovin' Ain't Pleasin' Nothin'?


Já quero dar uma pool party e chamar as girls pra fazer a coreografia! Tô apaixonada! <3

Amy, quero te ver lá, sua linda, mas se você não fizer valer a pena, Janelle e Mayer com certeza farão!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Amy faz anos


Amy, gata, sou sua fã, parabéns pelo aniversário, mas ó... Lança logo esse 3º album porque, you know what they say, 27 anos é uma idade cabalística...